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06 de novembro de 2008
Participantes:
Coopeagra: José Felipe (Presidente),Vania (vice), Manoel e Alecsandra
AAPIL: Adão, Josimaria
Ybyrah: João Santos (ccod.), Giselia (Secretaria)
Caatinga: Lana, Diego, Ita, Buga, Everaldo
Tema da Reunião: UNIR PARA FORTALECER
Objetivo: Buscar alternativas de comercialização para a COOPEAGRA, COOPEART E AAPIO para as demandas de produção, armazenamento, beneficiamento e comercialização de produtos agroecológicos do Araripe
Proposta de programação
Primeira parte: (8:30 as 9:00)
- Abertura/Objetivo/Apresentação/Expectativas
- Lanche
Segunda Parte: (9:00 as 10:00) – Trabalho em grupo
- Quem somos? Onde estamos? O que temos?
- Apresentação e Síntese
- Debate
Terceira Parte: (10:00 as 11:40) Trabalho em Grupo
- Escrever/Apresentar proposta de produção/armazenamento/Beneficiamento e comercialização de produtos agroecológicos do Araripe
- Encaminhamentos (Projeto ECOS)
- Encerramento
Um pouco das expectativas com relação a reunião...
A reunião foi facilitada pelo presidente da Coopeagra, Sr. José Felipe falando que há muito tempo o Caatinga tem uma pretensão de tornar os grupos independentes, formalizando e dando condições de comercialização dos produtos agroecológicos do Araripe. Tendo estrutura básica para comercialização.
Diego (Caatinga) coloca que esta reunião é proporcionada pelo Caatinga e Coopeagra. E que esta conversa nunca aconteceu, ao menos oficialmente. Tem sentido o incômodos de alguns pelas dificuldades para o crescimento do projeto. Hoje se sente feliz em poder estar proporcionando este encontro para rever e repensar estas ações, necessárias para continuar um trabalho pé no chão. Não ficarei muito tempo, mas existem pessoas que podem continuar o processo (Se referindo a Lana, Buga e Ita).
Everaldo coloca que está voltando e se (re)integrando no projeto de Flores Produtivas (OXFAM) para apoiar a questão da produção. Foi um projeto que bancou estruturação (bancas, estruturas, etc). Everaldo vai assumir esta responsabilidade sobre este projeto.
Buga, assim como Diego, enfatizou e reforçando, é a primeira vez que se senta oficialmente as três organizações para pensar de forma coletiva a questão da comercialização.
(Diego) O Caatinga está assumindo uma liderança dentro da RECAPE e talvez seja a proponente do projeto sobre comercialização, como um compromisso do Caatinga na questão da comercialização. É um projeto que ainda vai estar sendo trabalhado, para fortalecer a comercialização a nível de estado, através da Recape a nível territorial. Foi discutida a carta principio da Recape e se fez questão de incluir o artesanato como produto da agricultura agroecológica.
Após algumas colocações sobre as expectativas com relação a reunião, partiu-se para o momento de trabalho em grupos.
Trabalho em Grupo
A proposta é que cada grupo se reúna para dizer quem é e o que está fazendo com o propósito de nos conhecermos e pensarmos juntos formas coletivas de ações.
Momento de apresentação dos grupos
Apresentação Ybyrah Brasil - João de Deus e Gisélia
Quem somos?
Somos um grupo de jovens e adolescentes organizados desde 2001 com o objetivo de produzir e comercializar artesanato com madeira mortas e recicláveis. O grupo tem como objetivo gerar renda complementar (interar) para os jovens da zona rural, além disso tem a questão social (formação profissional, desenvolvimento pessoal (cidadã) com objetivo de influenciar na vida ativa da comunidade, da escola, tornando-se formadores de opinião, melhorando a vida da comunidade, proporcionando a permanência dos jovens na comunidade).
“Tornando-se protagonistas da sua própria história!” João Santos
Onde estamos?
Estamos localizados (estrutura) na Sítio Lagoa do Urubu, Fazenda Urtiga – Ouricuri, PE. Mas atualmente temos jovens de várias localidades (Agrovila, Lagoa do Urubu, Canto Alegre, Cancelas), sendo que no inicio tinha jovens de varias outras comunidades (oito comunidades).
Estamos com o grupo bem reduzido ao que era antes. Antes se conseguia mobilizar em torno de 25 jovens (9 moças e 16 rapazes). Atualmente somos 10 jovens (3 moças e 7 rapazes).
Antigamente os beneficiários diretos eram todos os jovens (25). E beneficiários indiretos em torno de 90 a 100 pessoas. Atualmente, como o numero direto caiu para 10 jovens, os beneficiários indiretos estão em torno de 25 a 30 pessoas.
Estamos funcionando informalmente há 7 anos, com isso perdemos muitas oportunidades de vendas. Pagamos preços altos por impostos (17% de ICMS).
Desmotivação dos jovens. Dificuldade para se envolverem/responsabilizarem pelas demandas para o grupo. Em virtude de não estarmos gerando renda esperada. Avaliamos que não se consegue manter os jovens envolvidos na proposta sem a remuneração, apenas com a parte de formação.
Estamos com dificuldade de comunicação (internet, telefone, etc).
Assessoria específica na área de comercialização. Muito embora tivemos apoios pontuais.
Estamos buscando autonomia e sustentabilidade. Temos evoluído neste sentido.
Estamos com um estoque considerável de produtos prontos para comercialização.
Nossa estrutura organizacional sempre funcionou como uma Cooperativa . Com diretoria (presidente, vice, secretario/a e conselho fiscal). Com reuniões mensais ordinárias, funcionando dessa forma desde 2003.
O que temos?
- Temos pessoas capacitadas para desenvolver os trabalhos de gerenciamento e produção
- Temos uma estrutura invejável em termos de maquinário e prédio
- Além de termos estoque considerável, temos buscado diversificar a produção para responder a demanda de novos produtos e com isso oferecer novas alternativas de produtos a partir de uma consulta (pelos clientes) por produtos novos.
- Temos expectativa de mudanças a partir da implantação do Projeto Juventude Arte e Cultura: Gerando renda para os jovens do Sertão.
- Temos a expectativa te garantirmos o acompanhamento /assessoria específica na área de comercialização/comunicação/formação/designer
Acréscimos do grupo sobre sua apresentação:
O projeto foi criado com a iniciativa do Caatinga, em 2001. Com o objetivo do jovem estar no período de estiagem mantendo-se no lugar.
Ficamos de fora de licitações por falta da formalização. E a questão da auto-estima do grupo está ligada a venda da produção, pois sem venda não existe pagamento e com isso o desestimulo dos jovens. Sem renda eles são obrigados a buscar outras alternativas de renda. A formação deles enquanto cidadão só vem se eles estiverem lá. Alguns estão ali apenas pelo dinheiro. Ainda não entenderam que é um processo que o grupo precisa estar juntos, procurando soluções.
A estrutura foi colocada no local errado, dificultando a vinda dos jovens que as vezes caminham em torno de 10 a 12 km. Nesse caso o prédio ficou mal projetado geograficamente.
Nossas expectativas é que tenhamos acompanhamento na comercialização constantemente, com alguém que entendesse como funciona a lógica de mercado. Fomos sentindo a necessidade de diversificar e entrar em outras áreas que não apenas artesanato.
Nossa comercialização na grande maioria foi para exportação e aqui, no mercado local, vendemos produtos em três lojas da cidade, Sendo que no Kaeteh é a loja onde tem mais a saída de produtos. Não temos como vender com preços baixo localmente pois a matéria prima é cara e a margem de lucro seria pequena para garantir o pagamento dos jovens.
Apresentação da AAPIL – Adão e Mara
Quem somos?
Uma entidade com a missão de promover a comercialização dos produtos em especial do mel produzidos pelos apicultores familiares da região do Araripe.
Onde Estamos?
Estamos com uma certa deficiência em relação a assistência técnica mais direta: ex: Acompanhamento técnico e apoio logístico da associação com os associados e a animação do processo da produção e comercialização.
O que temos?
Uma produção razoável em torno de 10 toneladas por ano, uma boa unidade de beneficiamento de mel com equipamento apropriados, canais de comercialização aberto com empório Kaeteh, casa dos alimentos, Melvida, Maninho, etc.
Acréscimos do grupo sobre sua apresentação
A AAPIL é diferente de uma associação de comunidade, pois tem dificuldades de locomoção até chegar aos associados, transporte da produção, etc.
A gente teria como ganhar com o preço para não inflacionar. Temos vendido mel para vários lugares, fortalecendo essa questão...(..) Temos o objetivo de estar formando as pessoas para se envolver organizadamente, numa produção agroecológica.
Apresentação Coopeagra – Josivânia
Quem somos?
Uma cooperativa informal com 49 cooperados/as com o objetivo principal de comercializar produtos agroecológicos da agricultura familiar do Araripe, entre outros serviços.
Onde estamos?
Vendendo produtos agroecológicos in natura, beneficiados e artesanato com cerca de 100 famílias agricultoras em pequena escala.
Estamos beneficiando e vendendo carne de caprino e ovino
Estamos comercializando produtos do Ybyrah e da AAPIL
Estamos constituídos de um conselho administrativo e um conselho fiscal
Realizamos 3 assembléias anuais e uma reunião mensal de diretoria
Estamos inseridos nas atividades da RECAPE
Onde estamos?
Um armazém para vendas.
Uma unidade de beneficiamento para carnes caprinos e ovinos
As unidades acima relacionadas estão reunidas nos equipamentos e estruturação básica para as atividades
Temos apoio do Caatinga Mantemos parcerias com a Coopeart e AAPIL.
Temos um pouco de dificuldade em termos de produção. O empório tem muito aceitação de produtos, e temos dificuldade de manter a produção. A dificuldade maior é em questão de pagamento de despesas do próprio empório, (sacolas, fornecedores, etc)
Temos expectativa com o projeto ECOS equipar melhor o empório com o apoio e assessoria em designer. Melhorar o prédio com espaço de armazenamento, importante para se avançar nas vendas. Precisamos arrumar uma forma de funcionarmos regulamentada mente, para atender em demandas de licitações, nota fiscal para todos os produtos, etc.
Após as apresentações por cada grupo, foi solicitado que Everaldo fizesse um resumo de cada apresentação, resgatando os principais pontos colocados e as semelhanças entre cada uma delas.
Momento de debate
Buga coloca um pouco da impressão que teve das três apresentações, falando que os três grupos tem algumas semelhanças como:
- Apoio do Caatinga
- Estruturas físicas boas
Aonde enquadrar o YBYRAH, se para se tornar cooperativa/instituir é necessário um número mínimo de sócios?
O Empório tem dificuldade de regularidade de oferta de produtos para comercialização. Além de precisar se preocupar em manter a qualidade dos produtos.
A AAPIL tem problemas com assessoria/acompanhamento aos apicultores, produtividade baixa, caixas abandonadas, etc.
Como realizar a comercialização dos produtos das três organizações garantindo que as demandas que vão aparecer não serão atendidas por falta de produção?
O que se produz tem mercado (demanda) para as três organizações. A dificuldade não está na garantia da comercialização, mas na gestão e manutenção da produção (constancia).
Zé Felipe coloca que a AAPIL diz que tem problema de acompanhamento técnico. Existe alguma proposta de solução para resolver isso (tipo expectativa de algum projeto para se resolver esse problema?)
(Adão) Nós tínhamos em torno de 50 associados, que estavam inscritos mas que não conseguiam se juntar para discutir os problemas da associação. Sentem a necessidade de envolverem novos atores para renovar a garantir a produção constante. Fizemos uma reunião onde decidimos formar núcleos para se saber as dificuldades e se reunirem de 3 em 3 meses. Temos buscado projetos para incentivar os jovens no envolvimento da associação. A distancia sempre foi colocada como uma dificuldade pelos agricultores. Estamos tentando fortalecer as atividades em nossa volta para garantir esta logística (transporte, telefone, deslocamento da produção) para que os associados não fiquem escanteados do processo.
(Zé Felipe) Pelo que entendi, a fonte de recurso não está prevista. Mas com a realidade de regulamentação da associação tem mais facilidade de acessar recursos.
Existe um grupo de mulheres (10) que querem se associar a AAPIL.
A Melvida é representada por um rapaz que compra em grosso para vender em Recife. E a casa dos alimentos é a de “Francisquinho”.
No caso a AAPIL tem dificuldade de vender de forma legal. A Associação não pode comercializar. O armazém Kaeteh regularizado tem condições de fazer isso?
Se a gente não formaliza a cooperativa para ter estrutura para se sustentar e o Kaeteh tiver, será a forma que teremos de discutir se será a saída para a comercialização dos produtos.
Adão – sabemos que tem empresas que compram, Nossa dificuldade é buscar o preço que esteja dentro da nossa demanda para garantir o pagamento dos sócios. Acessamos o projeto no credito para garantir o preço para os sócios.
Os apicultores ganharam com esse credito, a associação também e a cooperativa, pensando no campo da parceria. Teve uma época que quase não tínhamos produtos para vender. Por isso acessamos a carteira de credito para manter a entre safra.
Alecsandra – Referente a venda do mel, no empório, a AAPIL está cumprindo em fornecer sempre mel. Minha dúvida é que existe um produtor de mel que ta fornecendo o mel e pediu para separar a venda da AAPIL. Como se daria a venda do mel se outros agricultores/ras quiserem vender o mel a parte? O produtor que pode estar mandando direto ao empório ganha mais do que vender o produto via AAPIL.
Zé Felipe – Como se daria a regularização do Kaeteh ao invés de regularizar a Coopeagra??
(João) O problema do Ybyrah é o contrario das outras realidades. Nosso problema é comercializar (garantir) e garantir a comercialização local. Nossas vendas são para fora (exterior, capitais). Entendo que a proposta seja além do comercio local. Com relação a parceria das entidades parceiras, é bom que as relações sejam claras para que não possa acontecer o que está acontecendo com a AAPIL na comercialização paralela de alguns sócios. Com relação as notas, seria realmente a solução. Antes nós éramos isentos e agora estamos tendo que pagar impostos. Até que ponto quem está lesando a gente na cobrança dos impostos?
(Everaldo) A dificuldade de comercialização não é nova. Acho que temos a responsabilidade de encaminhar e avançar nessa discussão. Como um parceiro não está querendo se transformar em cooperativa e estimulam outros a formarem? Acho que uma das saídas é o consórcio entre as associações, levando em consideração o que João Santos colocou. Vamos pegar os exemplos que já temos e andar neste sentido.
Proposta Zé Felipe
Regulamentar o Empório Kaeteh, transformando a Coopeagra em associação. Associar os jovens também. E que a Coopeart também seja uma associação, assim como a AAPIL.
João Santos – Acho interessante a proposta de unificação. A gente não conhece nossos problemas, por isso acho que esta discussão vai mais além desta reunião. Precisamos nos sentar e pensar e escrever uma proposta de que forma vamos funcionar. Precisamos começar a entender o processo para ter certeza do que queremos. O diferencial dos produtos é a história dos produtos? Precisamos garantir que isso continue.
Lana – As três organizações tem uma identidade.
Adão – Nosso produto está esbarrado na questão do imposto. Precisamos buscar uma saída para resolver os problemas das três. A unificação é viável. Essa discussão precisa ser mais ampla para alcançar os sócios.
Joao – Até porque entendo que ela formalizada dessa forma precisa ter pessoas das três instituições inseridas. Nossa dificuldade de comercialização poderia ser resolvida se tivéssemos um escritório na cidade.
Ze Felipe – poderíamos constituir uma diretoria dividida paritariamente com representação das três organizações.
Buga – a proposta de unificação está clara mas ainda a forma é preciso ser discutida. Precisamos determinar um prazo para amadurecer estes conceitos entre formalizar-se entre empresa e cooperativa. É importante estarmos aqui discutindo isso. E que trabalhar isoladamente fica muito mais dispendioso.
João – Quando se oficializa uma empresa se perde a identidade de agricultor e isso não é a intenção. A Etica não está cumprindo seu papel de comercio justo. Precisamos realmente estar seguros das leis para podermos montar o corpo de nossa “empresa”. Por isso defendo que se consulte as leis e seguimos discutindo isso.
Encaminhamentos
Buga - procurar contador e verificar os custos entre se criar uma empresa ou uma cooperativa.
Cada grupo repensar como vamos nos legalizar.
Lana – fornecer cópia do projeto ECOS para cada grupo.
COOPEAGRA – dia 10 vai garantir na pauta da reunião a discussão sobre a idéia de legalização.
Avaliação
Buga – A reunião foi meio atribulada, mas saímos daqui com propostas concretas, entendidas e construídas. Para não ficar andando num caminho e pensando em outro. Conseguimos sair com nortes claros para todos/as. Parabenizar Ze Felipe pela iniciativa da Coopeagra em puxar esta discussão. Pra mim isso é um indicador de estar caminhando na direção certa. Não é algo que o Caatinga está influenciando. Gostaria de registrar o envolvimento de outros programas representados (como o PDME).
Ze Felipe – Senti que atingimos o objetivo, a participação não foi muito boa porque nem todos participaram. Mas o bom é que todos entenderam. Minha expectativa foi atingida. Gostaria agradecer a participação de todos/as e agradecer o apoio do Caatinga no transporte e alimentação e facilitação da reunião.
Vania – Não sou boa de entender as diferenças de associação, cooperativa, mas pra mim foi bom e nas próximas reuniões vamos discutir melhor.
Adão – Agradeço pelo convite. É um momento interessante para todos nós. Como associação estamos na luta para buscar melhoras e facilitar este trabalho da agricultura familiar
João – Entendo como um momento muito bom.Mudou um pouco do que a gente estava discutindo mas que levaram ao nosso objetivo que é de buscar este meio. Quando se tem muitas pessoas acaba acontecendo isso mesmo. O importante é que demos o primeiro passo e estamos com o mesmos pensamento para chegarmos a um objetivo em comum. A Buga pela contribuição. Foi um momento muito proveitoso.
Diego – Entendo que tinha outras expectativas de avançar um pouco mais, mas talvez por ter sido um pouco tumultuada não conseguimos avançar. Mas pelo o que já discutimos já encontramos pontos em comum e considero isso um avanço, sem atropelar o processo. É importante manter a motivação. Que tudo possa ser uma coisa construída e não atropelada, imposta pelo Caatinga, mas com pé no chão, sustentável. Acho que estamos num momento bom porque nestes anos temos aprendido muito em diferentes empreendimentos. Estamos tendo uma idéia mais homogênea entre os grupos e em relação ao Caatinga. Agradeço a participação de todos os representantes. O protagonismo é importante e que isso fique claro.
Lana – Gostei muito e as lições aprendidas foram importantes para de certa forma darmos passos firmes. Foi uma construção boa na minha avaliação. E principalmente colocando o que vocês vivenciaram estar sendo colocado.
Ita – É importante estar aqui integrados tanto entre organizações como entre programas internamente. Da mesma forma que as organizações estavam afastadas entre si, senti que internamente o Caatinga também sente esta necessidade de integrar-se entre seus programas e com isso unir forças para fortalecer
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