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Neste último dia 21/02/08, estiveram participando do CURSO DE FORMAÇÀO DE FORMADORES DO PROJETO CULTIVANDO SABERES, promovido pelo MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) através do IICA no Recife, os técnicos do CAATINGA, Giovanne Xenofonte e Cícero Jeedson, ambos com a função de preletores do curso.
Neste evento estavam participando vários técnicos e técnicas (29) dos IPA’s de alguns estados do nordeste. O objetivo do evento era de proporcionar aos participantes conhecer mais a fundo algumas experiências de alguns seguimentos da agricultura, (que dará subsídio para a elaboração de uma sistematização que contribuirá com o processo de capacitação dos mesmos), entre eles o CRÉDITO, de cunho não oficial.
Foi feita a apresentação do Crédito Agroecológico e Solidário, e o trabalho do CAATINGA, sua abrangência, suas parcerias e etc.
O momento da apresentação do Crédito Agroecológico e Solidário / CAATINGA, foi bastante rico e interessante para os presentes, neste, foi exposto sobre o histórico do nosso sistema de crédito e quais as necessidades que levaram a Instituição a abraçar tal tecnologia, questões tipo: falta de uma política adequada de crédito para a agricultura familiar, burocracia, falha na divulgação da metodologia, a própria relação do agricultor/agricultora com os bancos e ainda uma maneira de fortalecer as suas organizações.
Estes aspectos faziam com que os participantes se munissem de perguntas e pontos de vista, alguns até ensaiavam perguntas no momento da apresentação. Após a referida, fomos para o debate onde adentramos em várias questões do próprio Crédito Agroecologico e outros.
Para os técnicos, uma questão-chave, estava relacionada à assistência técnica, como ela está sendo desempenhada, e se existe relação com a ATER pública por parte do Crédito Agroecológico e Solidário. Para contemplar, foi falado sobre o entrave existente na relação que se tem entre a ATER pública e algumas organizações dos movimentos sociais, no mesmo instante em que foi explicitada uma ação de enorme sucesso deste Crédito, que é o aporte dos APAS (Agentes Promotores de Agroecologia), proveniente de uma política de integração de áreas institucional, onde os mesmos são capacitados na prática para exercer tal função em suas comunidades de origem, que por sua vez caracteriza-se como uma ação de ATER.
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