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18/06/2012

Rio+20: Transformação Social, na visão dos Jovens que participam da Cúpula dos povos, resume o terceiro dia de debates

publicado por

por Tone Cristiano, Regilane Alves, Marcos Antonio, Maria de Jesus, Eliane Rodrigues e Gleyciane Teles.

 

No dia 17 de junho, terceiro dia das atividades da Cúpula dos Povos na Rio +20 Por Justiça Social e Ambiental, a Juventude das comunidades rurais dos estados de  Pernambuco, Ceará e Maranhão continuam participando ativamente da programação. Durante o evento, os/as jovens estão participando de debates e oficinas.

Para o Grupo que participou do debate sobre Arte de Liderar: do potencial pulsante às praticas transformadoras a oficina reforçou o sentimento de mudança de atitude para salvar o planeta. O facilitador Janailson disse que “o objetivo é falar de transformação daquilo que queremos: para um planeta sustentável”. “No debate percebemos que para nós podermos transformar é preciso começar a partir de mim mesmo”, disse Fabiana Lima, jovem da Cidade de Bom Jardim (PE).

Seguindo em outro espaço com o tema Formação e Comunicação Comunitária, que foi  facilitado por Marcelo Hernandez, do Jornal Cidadão das Favelas, do Complexo da Maré. Ele informou que a sociedade civil não conhece a realidade dos moradores das favelas destes complexos. Perguntamos a Marcelo Hernandez qual recado ele deixaria para Juventude. “A juventude tem o papel essencial é quem vai levar isso para frente é fundamental que os jovens se integrem nessa luta”, disse.

Na parte da tarde os jovens foram liberados para conhecer outros espaços da Cúpula, pois lá tem várias etnias e essa é uma grande oportunidade de troca de experiência. Assim fez Neto do Estado do Maranhão ele conversou com alguns indígenas e ficou emocionado com o depoimento deles. “São um povo sofrido, mas que lutam por seus direitos e para serem reconhecidos por toda a sociedade”, disse. Observou também um grupo de universitários aqui do Rio de Janeiro estão trabalhando com as sementes crioulas e estão aqui para mostrar que é possível os agricultores terem suas próprias sementes.