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12/12/2013

Segunda fase do PDHC vai atender mais 12 mil famílias do Semiárido

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Felipe Jalfim descreve próximos passos do PDHC no Semiárido   Foto: Elka Macedo

Felipe Jalfim descreve próximos passos do PDHC no Semiárido Foto: Elka Macedo

Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 11, no auditório do Caatinga em Ouricuri, representantes do Projeto Dom Helder Câmara (PDHC) anunciaram a renovação das ações do PDHC por mais seis anos e divulgaram a previsão de cadastro de mais 12 mil famílias no Semiárido, bem como a inclusão do estado de Alagoas no território de atuação do Projeto.

Atualmente, 15 mil famílias recebem a assistência técnica do Projeto. Nessa segunda fase, que deve se estender até 2019, o PDHC terá um recurso total de 60 milhões de dólares, sendo 42 milhões de contrapartida do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e 18 milhões do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).

“Essa segunda fase do projeto foi fruto de um trabalho muito exitoso na ponta, com as famílias, mostrando resultados muito bons. Nós temos muita a avançar ainda, mas essa segunda fase é para aprovar um projeto muito importante para o Semiárido que cria referencias para o junto com outras organização como a própria ASA. O Projeto Dom Helder tem uma característica interessante, é um projeto do governo que estabelece assuntos na relação com a sociedade civil”, avalia, o Coordenador de Planejamento do PDHC, Felipe Jalfim.

Já o Coordenador da Unidade Gestora Projetos do PDHC, Roberto Ramos, lembrou que nesta etapa eles já contam com uma linha de base com a situação das famílias assessoradas acerca do acesso a políticas públicas e programas do governo, infraestrutura (energia elétrica, água, moradia), bem como a participação desses/as agricultores/as em conselhos, fóruns, associações e sindicatos. Dados que ajudam a visualizar o cenário das necessidades dessas populações.

Nesse sentido, o técnico do Caatinga, Ariagildo Vieira lembra que as necessidades das famílias agricultoras do Araripe não mudaram muito nos último anos. “Devido à seca, o panorama e as demandas das famílias da região não mudaram muito, por isso o trabalho do PDHC no Araripe, como em 2013, vai ser focado na infraestrutura hídrica, acesso a políticas públicas e estocagem de alimentos e sementes com alguns acréscimos como por exemplo a maior articulação junto aos governos de cada município através dos planos municipais de convivência com o Semiárido”, explica.

No Araripe pernambucano, as instituições parceiras de execução direta do projeto Dom Helder Câmara são o Caatinga, Chapada, Caatma e a Fetape. Só o Caatinga, acompanha uma média de 1.100 famílias agricultoras na região.


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