<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Caatinga - Semeando vida no Semiárido &#187; Experiências</title>
	<atom:link href="http://www.caatinga.org.br/ver/experiencias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.caatinga.org.br</link>
	<description>Organização Não Governamental</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 11:52:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>“A gente dá valor àquilo que a gente produz”</title>
		<link>http://www.caatinga.org.br/a-gente-da-valor-aquilo-que-a-gente-produz/</link>
		<comments>http://www.caatinga.org.br/a-gente-da-valor-aquilo-que-a-gente-produz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caatinga.org.br/?p=309</guid>
		<description><![CDATA[Grupo de Mulheres de Santa Filomena um exemplo de organização e cooperativismo Implantado há pouco mais de seis meses, o quintal produtivo do Grupo de Mulheres do Riacho dos Negros, município de Santa Filomena (PE), já está fazendo toda a diferença na rotina das 11 mulheres que cultivam hortaliças no pequeno pedaço de terra. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Grupo de Mulheres de Santa Filomena um exemplo de organização e cooperativismo</h3>
<div id="attachment_310" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-310" title="Horta" src="http://www.caatinga.org.br/wp-content/uploads/2011/12/experiencia-01-horta.jpg" alt="" width="430" height="287" /><p class="wp-caption-text">Horta</p></div>
<p>Implantado há pouco mais de seis meses, o quintal produtivo do Grupo de Mulheres do Riacho dos Negros, município de Santa Filomena (PE), já está fazendo toda a diferença na rotina das 11 mulheres que cultivam hortaliças no pequeno pedaço de terra. A idéia de implantar a horta surgiu em meados de 2010, mas só se consolidou neste ano, com a implantação da cisterna calçadão financiada pelo Instituto HSBC Solidariedade. <span id="more-309"></span></p>
<p>Com a chegada da tecnologia, elas fizeram os primeiros canteiros de tomate, alface, coentro, macaxeira, cebolinha e pimentão que já estão sendo consumidos e comercializados na feira do município. Para dar conta da produção, toda semana elas realizam um dia de campo onde trabalham em mutirão, fazendo limpeza de terreno e plantio de canteiros. Nos outros dias se dividem em duplas para aguar as culturas.</p>
<p>“A qualidade da alimentação da família mudou muito porque se a gente precisava de coentro, de tomate tudo a gente tinha que comprar. Agora a gente já produz para nossa alimentação. Vimos também, o quanto é importante a gente está trabalhando a agroecologia e assim fortalecendo cada vez mais a agricultura familiar. A gente dá valor àquilo que a gente produz”, destaca Maria de Lourdes Conceição, que faz parte do grupo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss></wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“A gente tem que trabalhar de forma agroecológica”</title>
		<link>http://www.caatinga.org.br/a-gente-tem-que-trabalhar-de-forma-agroecologica/</link>
		<comments>http://www.caatinga.org.br/a-gente-tem-que-trabalhar-de-forma-agroecologica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 18:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caatinga.org.br/?p=305</guid>
		<description><![CDATA[Seu Francisco Delmondes, que reside no Sítio Lajinha município de Ouricuri (PE), é um dos agricultores que aceitou o desafio de plantar o algodão agroecológico na sua roça. Em uma tarefa de terra, ele plantou algodão, o gergelim, milho, feijão e amendoim. Seu Francisco se animou com os resultados do projeto, já que na área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_306" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-306" title="Algodão agroecológico" src="http://www.caatinga.org.br/wp-content/uploads/2011/12/experiencia-02.jpg" alt="" width="430" height="287" /><p class="wp-caption-text">Algodão agroecológico</p></div>
<p>Seu Francisco Delmondes, que reside no Sítio Lajinha município de Ouricuri (PE), é um dos agricultores que aceitou o desafio de plantar o algodão agroecológico na sua roça. Em uma tarefa de terra, ele plantou algodão, o gergelim, milho, feijão e amendoim. <span id="more-305"></span></p>
<p>Seu Francisco se animou com os resultados do projeto, já que na área plantado, ele colheu 122 quilos de algodão com caroço. Com o beneficiamento do algodão, foram extraídos 48 quilos de lã. Além disso, o gergelim rendeu 24 quilos, e o amendoim 26.</p>
<p>“No balanço geral que fizemos após a colheita, ficou em torno de 515,00 reais de lucro dessa tarefa. Foi um lucro bom. No próximo ano estou pensando em aumentar para um hectare”, planeja. Seu Francisco também tem em sua propriedade, um quintal produtivo que mantêm com a cisterna calçadão de 52 mil litros do Programa Uma Terra Duas Águas (P1+2) da Articulação do Semi-Árido Brasileiro (ASA).</p>
<p>“A gente tem que trabalhar de forma agroecológica, não dá pra se trabalhar com veneno. Com o algodão agroecológico, você quem vai decidir que culturas consorciar e dá certo plantar consorciado com outras culturas”, confirma. Há sete anos o agricultor trabalha de forma agroecológica e utiliza o fermentado biológico para adubar as suas plantas.</p>
<h3>O Projeto</h3>
<p>Baseado nos princípios agroecológicos, o Projeto Algodão em Consórcio Agroecológico visa envolver as famílias agricultoras no processo de transição agroecológica. Para cultivar o algodão e obter a certificação de propriedade orgânica, a família deve trabalhar sem o uso de agrotóxicos há pelo menos três anos.</p>
<p>Neste sentido, apenas um hectare de terra deve ser destinado ao cultivo do algodão. Sendo que como se trata de plantas consorciadas, nessa área além do algodão são produzidos também milho, gergelim, sorgo e feijão. O algodão ocupa 50% dessa área e as outras culturas os outros 50%. Na propriedade também não se pode utilizar trator, nem queimadas.</p>
<p>O algodão produzido é beneficiado, passando pelo processo de descaroçamento. A pluma é vendida diretamente para as empresas, e o caroço é utilizado para ração animal e venda. As melhores sementes são selecionadas para serem plantadas no ano seguinte.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss></wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Após termos começado a plantar sem veneno a gente não quer mais saber de agrotóxico”</title>
		<link>http://www.caatinga.org.br/apos-termos-comecado-a-plantar-sem-veneno-a-gente-nao-quer-mais-saber-de-agrotoxico/</link>
		<comments>http://www.caatinga.org.br/apos-termos-comecado-a-plantar-sem-veneno-a-gente-nao-quer-mais-saber-de-agrotoxico/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 18:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.caatinga.org.br/?p=302</guid>
		<description><![CDATA[É com postura agroecológica que o Grupo de Mulheres da comunidade Parede do Entremontes localizada no município de Parnamirim (PE), cultiva frutas, legumes e hortaliças em pouco mais de meia tarefa de terra. Iniciado com oito mulheres em 2007, o Grupo conta hoje, com quatro que fazem o manejo da propriedade para consumo e venda. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_303" class="wp-caption alignnone" style="width: 440px"><img class="size-full wp-image-303" title="Horte sem agrotóxicos" src="http://www.caatinga.org.br/wp-content/uploads/2011/12/experiencia-03.jpg" alt="" width="430" height="323" /><p class="wp-caption-text">Horta sem agrotóxicos</p></div>
<p>É com postura agroecológica que o Grupo de Mulheres da comunidade Parede do Entremontes localizada no município de Parnamirim (PE), cultiva frutas, legumes e hortaliças em pouco mais de meia tarefa de terra. Iniciado com oito mulheres em 2007, o Grupo conta hoje, com quatro que fazem o manejo da propriedade para consumo e venda. <span id="more-302"></span></p>
<p>“Eu comecei porque eu comprava um mói de coentro por um real. Achei vergonhoso a gente ter terra, água e como produzir e não fazer. Hoje a gente trabalha e não precisa mais comprar fora. Após termos começado a plantar sem veneno a gente não quer mais saber de agrotóxico”, conta Dona Ivonete. Incentivado pela a assessoria do Caatinga em parceria com o Projeto Dom Helder Câmara, a produção da horta é exemplo de um trabalho coletivo com respeito ao meio ambiente.</p>
<p>Cenoura, beterraba, alface, coentro e frutíferas como goiaba e manga são alguns dos alimentos produzidos na pequena propriedade, onde as mulheres já chegaram a colher 50 sacos de milho. “Na minha mesa graças a Deus nuca mais faltou uma alimentação saudável. Pego os alimentos na horta levo pra casa faço uma salada e quando não tem uma mistura a gente tem a verdura, ai já é um alimento bom pra mesa”, relata Irenice que junto com as outras mulheres maneja a horta.</p>
<p>Além da alimentação familiar, o que excede da produção é comercializado na própria comunidade. Com a venda porta a porta, o grupo consegue lucrar até 40 reais por semana, apenas com a comercialização do coentro. No final do ano passado, o Grupo plantou as primeiras mudas de árvores frutíferas que já estão produzindo. A meta agora é aumentar o espaço do pomar e plantar outras mudas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss></wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

